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  • Alagoas, de 2014
Política

Após denúncias e decreto de prisão, prefeito Toninho Lins é afastado do PSB

O prefeito de Rio Largo é acusado de desapropriar terreno de uma usina irregularmente

23 Mai de 2012 - 13:11

Foto: Sandro Lima

Toninho Lins é acusado de aquisição ilegal de um terreno em Rio Largo

Toninho Lins é acusado de aquisição ilegal de um terreno em Rio Largo

Preso na Academia da Polícia Militar de Alagoas, denúncias dando conta da venda de um terreno irregularmente em Rio Largo, Toninho Lins se vê agora sem partido. O Partido Socialista Brasileiro (PSB) definiu que não há mais como manter o gestor nos quadros da sigla.

A Executiva do PSB se reuniu na noite de terça-feira (22) e chegou a um consenso de que os fatos denunciados pelo Grupo de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc, do Ministério Público) são relevantes e trazem provas cabais sobre o envolvimento de Toninho Lins.

A decisão foi unânime e não se estendeu apenas ao prefeito de Rio Largo. Os vereadores supostamente envolvidos no esquema também não compõem mais o partido.

“O Partido Socialista Brasileiro reafirma que os gestores públicos e seus militantes devem sempre manter uma conduta responsável e comprometida com a ética e a moralidade. Esses são princípios básicos do PSB, desde sua fundação”, relata a nota enviada pelo PSB.

Mesmo com o direito de defesa extenso ao prefeito e aos vereadores, o partidos tem como prática não hesitar em cumprir que preceitua o estatuto do Partido.

Toninho e a Câmara

Em sua denúncia, o Ministério Público afirma que o prefeito Toninho Lins teria desapropriado, por utilidade pública, um terreno da empresa S/A Leão Irmão – Açúcar e Álcool, “maliciosamente subavaliado” em R$ 700 mil reais (com anuência dos sócios denunciados) e posteriormente resolveu aliená-lo – “sem licitação e com autorização da Câmara”. 

Já o desembargador Sebastião Costa, analisando a denúncia, observou que os vereadores teriam tido “efetiva participação no plano, tanto é que teriam manipulado o próprio projeto de lei que autorizou a desapropriação, alterando a finalidade constantes do decreto expropriatório e, com isso, facilitando o posterior uso, pelos empresários, do bem imóvel alienado indevidamente".

“O estratosférico valor auferido pela suposta organização criminosa e os indícios concretos de que tudo foi arquitetado pelos denunciados são circunstâncias suficientes para fundamentar a segregação como garantia da ordem pública”, explicou o magistrado ao manter a prisão dos cinco parlamentares.

Comentários


  • Esse ladrão merece ficar um bom tempo na cadeia

    rio largo urgente em 31/05/2012 as 17:23

    em 23/05/2012 as 22:30

    cade os puxa falando tolinho fica com jesus, jesus te ama e o povo é burro. cadeia. e a mesada dos puxa como é q fica?
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    em 23/05/2012 as 19:23

    e agora cambada vai ter que morar na rua num tem terreno na faixa precinho de voto
    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    em 23/05/2012 as 19:21

    UIUIUIU

    em 23/05/2012 as 18:16

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