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Dados de simulador de voo de piloto de avião desaparecido foram apagados

Chefe de polícia da Malásia, Khalid Abu Bakar, não comentou se a exclusão desses arquivos pode ser considerada suspeita

UOL 19 Março de 2014 - 12:44

Foto: Ilustração

A Malásia revelou nesta quarta-feira (19) que os dados do simulador de voo encontrado na casa do piloto do avião da Malaysia Airlines que desapareceu no dia 8 de março foram deletados.

"Alguns dados foram deletados do simulador. Os nossos esforços agora são para recuperar essas informações", disse Hishammuddin Hussein, ministro da Defesa.

As informações foram apagadas do equipamento, construído pelo próprio piloto, Zaharie Ahmad Shah, no dia 3 de fevereiro, afirmou uma fonte do governo malaio. "Especialistas estão olhando os registros para tentar descobrir o que foi apagado.

O site australiano News.com, citando uma reportagem da mídia da Malásia, publicou que o simulador continha cinco pistas de aterrissagem para prática: o aeroporto internacional das Maldivas, a ilha de Diego Garcia e pistas na Índia e no Sri Lanka.

"Não descartamos a possibilidade de que o avião tenha aterrissado em uma pista que possa não ter monitoramento pesado", afirmou o Malay Mail Online, citando fontes próximas às investigações. 

A informação, publicada por jornais das Maldivas, de que um avião havia sido visto sobreovando o país em baixa altitude no dia do desaparecimento do MH370 foi qualificada como "falsa" por autoridades da Malásia.

Mas o chefe de polícia da Malásia, Khalid Abu Bakar, não comentou se a exclusão desses arquivos pode ser considerada suspeita.

Hussein reforçou que todos os passageiros, tripulantes e funcionários em terra estão sendo investigados pela polícia. 

O ministro lembrou que o caso está sendo investigado sob a seção 130C do Código Penal da Malásia, que está relacionado a casos de sequestro, sabotagem, terrorismo e outras ofensas do Código de Aviação. 

"Estamos compartilhando todas as informações relevantes com as agências internacionais que as peçam. Recebemos informações sobre passageiros de todos os países, com exceção da Ucrânia e da Rússia. Até o momento, nenhuma informação significativa foi encontrada", afirmou o ministro. 

"Todos os passageiros, os pilotos e os tripulantes são inocentes até que se prove o contrário. Pelo bem das famílias, peço que todos evitam especulações desncessárias", finalizou.

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